Stanford e a Universidade da Pensilvânia estão entre os sistemas de saúde que já usam chatbots como o ChatEHR. É basicamente um robô com quem se pode conversar sobre prontuários eletrônicos longos demais para qualquer médico ler linha por linha antes de uma consulta.
O que se ganha? Tempo gasto buscando informação relevante que deixa de se perder em anos de registros fragmentados. Mas aqui cabe uma reflexão: se não houver informação relevante registrada, não há chatbot com IA que resolva a questão. O que você anda escrevendo no prontuário do seu paciente?
Resumindo, colega: a promessa da tecnologia aqui não é trocar o raciocínio clínico por um resumo automático. É devolver ao médico o tempo hoje perdido procurando agulhas no palheiro. Mas isso funciona se as agulhas estiverem lá.
Fonte: STAT News, sobre chatbots de IA em prontuários eletrônicos (20 ago. 2026)